Blog do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade INESUL
Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011
PARA LEMBRAR

 

 

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publicado por INESUL às 17:15
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Domingo, 16 de Outubro de 2011
Derya Sert, internada em um hospital perto de Antalya, na Turquia, é a primeira mulher no mundo a receber um transplante de útero de uma doadora morta. A cirurgia pode dar esperanças a milhões de mulheres no mundo que não podem ter filhos.

DA FRANCE PRESSE (Equilibrio e saúde)

 

 

Os médicos do hospital universitário Akdeniz realizaram o transplante com êxito no dia 9 de agosto. A mulher de 21 anos nasceu sem útero, como ocorre com cerca de 5.000 mulheres no mundo todo.

 

"Se Deus quiser, em breve teremos nosso bebê nos braços", declarou.

"Nunca tive medo da operação e jamais temi as dores pelas quais teria que passar. Este útero já é um dos meus próprios órgãos. Faz tempo que esperávamos por isto", desabafou Sert, explicando que sua família a ajudou muito.

Este foi o segundo transplante de útero realizado no mundo, depois de uma primeira tentativa na Arábia Saudita, em 2000. A intervenção foi realizada com uma doadora viva, mas fracassou depois de 99 dias e os médicos tiveram que retirar o órgão transplantado.

 

"A operação transcorreu bem. Mas poderemos falar de êxito quando ela tiver seu bebê", disse o doutor Ozkan. "Por enquanto, estamos satisfeitos por constatar que o tecido está vivo" e que não houve rejeição.

Para ele, será preciso esperar pelo menos seis meses antes de confiar a paciente aos médicos que implantarão os embriões do casal.

Durante a gravidez, "há vários riscos, como a formação de anomalias congênitas por causa dos imunossupressores, e também riscos de um trabalho de parto antes da gestação chegar a termo ou de um retardo do crescimento intrauterino", afirmou a doutora Akar.

É importante reduzir as doses de medicamentos para garantir a saúde do feto durante toda a gravidez.



publicado por INESUL às 02:35
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Instituto Butantan desenvolve nova vacina contra coqueluche

Da agência Brasil (folha equilíbrio e saúde)

 

O Instituto Butantã está desenvolvendo uma vacina contra a coqueluche para bebês menores de seis meses, período em que a doença é mais letal. Segundo a pesquisadora responsável pelo projeto, Luciana Cerqueira Leite, mais de 90% dos casos de morte por coqueluche ocorrem nessa faixa etária. Atualmente, a imunização só ocorre após o primeiro semestre de vida. "A coqueluche é uma doença respiratória, que provoca tosse, coriza, hipersecreção respiratória e febre, entre outros sintomas. Pode causar pneumonia e insuficiência respiratória grave. Como o organismo dos bebês ainda é mais frágil, quadros como esses podem levar à morte", explicou. "Pelos métodos atuais, a criança é imunizada contra a coqueluche por uma vacina chamada DTP, que protege também contra a difteria e tétano. Aos dois meses é aplicada a primeira dose, com reforços aos quatro e seis meses, deixando o bebê protegido somente após a terceira aplicação. Isso faz com que as crianças fiquem expostas exatamente quando são mais vulneráveis", ressaltou Leite. No Brasil, a doença está controlada, porém, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, este ano foi registrado um surto de coqueluche e até julho já haviam sido contabilizados mais casos do que em todo o ano de 2010. O projeto teve início há mais de dez anos e a previsão é de que, caso os resultados sejam positivos, a nova vacina esteja no mercado dentro de dez anos. A pesquisadora declarou que a nova técnica está sendo testada com sucesso em camundongos e que a próxima etapa será de testes em humanos, com início previsto para 2013. Para desenvolver a nova técnica de imunização, os pesquisadores se espelharam na vacina BCG, utilizada para proteger o corpo contra a tuberculose. "A diferença é que a vacina atual coloca o sistema imunológico em contato com a Bordetella [bactéria responsável pela doença] morta, fazendo com que ele produza anticorpos para combatê-la. Já no novo método, a imunização é celular. Colocamos no organismo uma bactéria transgênica, e as próprias células aprendem a eliminá-la", comentou a pesquisadora. A nova vacina já poderia ser aplicada com poucos dias de vida e teria efeito quase imediato, protegendo a criança até de um eventual contágio materno.



publicado por INESUL às 02:29
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Brasil quer 15 doadores de órgãos para cada 1 milhão de pessoas até 2015

Da agência Brasil  (folha equilíbrio e saúde)

O governo brasileiro pretende alcançar, até 2015, a taxa de 15 doadores de órgãos para cada 1 milhão de habitantes. Atualmente, o índice é 11,1 doadores para cada 1 milhão de pessoas, totalizando cerca de 2.000 doações por ano.

Na última terça-feira (27), Dia Nacional da Doação de Órgãos, foi lançada a campanha Seja um Doador de Órgãos, Seja um Doador de Vidas. O objetivo, de acordo com o Ministério da Saúde, é conscientizar os brasileiros sobre a importância da doação de órgãos para aumentar o número de transplantes no país.

Para o presidente da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, Ben-Hur Ferraz-Neto, é possível alcançar a meta definida pela pasta, desde que as ações e os investimentos necessários sejam feitos de forma planejada e estruturada. Uma das iniciativas apoiadas pelo especialista é a capacitação de pessoas que trabalham na captação de órgãos.

"Elas vão conversar com os familiares, vão ser formadoras de opinião dentro de um hospital e do seu próprio bairro. Precisam ser pessoas preparadas para isso, que tenham respostas e passem a informação de forma detalhada e segura."

Outra sugestão é abordar o tema da doação de órgãos nas faculdades de saúde, incluindo o assunto em currículos de medicina, enfermagem e psicologia, por exemplo.

Ferraz-Neto destacou ainda a importância de esclarecer a população sobre o que é morte encefálica ou morte cerebral --situação em que os batimentos cardíacos são mantidos via aparelhos apenas para manter o fluxo sanguíneo em órgãos que podem ser doados.

"As pessoas precisam receber essa informação no dia a dia, conhecer o processo e passar a ter confiança antes de estar diante da situação de um parente morto e com o coração batendo. Naquele   momento de dor, é sempre mais difícil receber a informação, conseguir processá-la e deixar o medo para trás."

No Brasil, a doação de órgãos precisa ser autorizada pela família do doador --sem a necessidade de um documento assinado pela pessoa que morreu.

Em 2010, 1.896 órgãos foram doados. A projeção para este ano, segundo o ministério, é que o número passe para 2.144 --um aumento de 13%. Já estimativa de transplantes para 2011 é 23 mil, contra 21.040 em 2010.
Do total de transplantes no país, 95% são feitos por meio do SUS (Sistema Único de Saúde), de forma gratuita. O número de pessoas aguardando um órgão atualmente chega a 36 mil.



publicado por INESUL às 02:18
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Minirrede ajuda recuperação de bebês em UTI

DIANA BRITO
DO RIO

 

Hospital das Clinicas de Niteroi, no Rio, adota projeto pioneiro com uso de minirredes para tratar de prematuros

 

Um projeto inovador tem ajudado na recuperação de bebês prematuros internados na UTI neonatal do Hospital de Clínicas de Niterói, região metropolitana do Rio. Dez minirredes de tecido foram instaladas em incubadoras.

Aconchegados no pedaço de tecido, os bebês diminuem sua freqüência respiratória e cardíaca, gastam menos energia e se recuperam mais rápido.

"A rede deixa o neném quentinho e mais próximo da mãe, além de amenizar a má impressão provocada por todo o aparato tecnológico que cerca o bebê", diz o médico

As redes são feitas por uma costureira que usa, em sua confecção, flanela e atadura de crepom. Quando um bebê recebe alta, o material é esterilizado no próprio hospital.

"Na redinha, os bebês também acertam a postura, principalmente a do quadril, e diminuem o risco de ficar com a perna arqueada", diz a neonatologista Márcia Patrão.

A idéia foi "importada" de uma maternidade da Paraíba. A técnica não é indicada para bebês em estado mais grave, que precisam estar ligados a muitos aparelhos.

Os bebês passam por sessões diárias de fisioterapia para auxiliar a respiração e o desenvolvimento neuromotor. "A redinha facilita nosso trabalho, porque eles ficam relaxados e choram menos", afirma a fisioterapeuta Christine Camargo.

Apesar de não conhecer estudos que comprovem a eficácia do método, o médico Adalto Barbosa, do Departamento de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, diz ver vantagens em sua utilização. "Isso permite que a criança tenha menor perda de calor e incorpore mais nutrientes, permitindo o aumento de peso ."

Um possível indicador do benefício da rede está em um gesto detectado pela enfermeira Roberta Lomba, uma das coordenadoras do projeto. "Eles jogam o bracinho para trás e a perninha para fora da rede, o que mostra que estão confortáveis."

Veja vídeo



publicado por INESUL às 01:49
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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011
A Lâmpada - Símbolo da Enfermagem Moderna

Profa. Dra. Taka Oguisso (Professor Titular ENO/EEUSP)
Dr. Paulo Fernando de Souza Campos (Pós Doc ENO/EEUSP)

 

 

A história da humanidade é permeada por ações de cuidar. O cuidado sempre existiu como prioritário à manutenção da vida humana, do nascimento a morte. Porém, no século XIX, tal prática revelou-se mais que uma necessidade. Neste contexto, emerge na Inglaterra vitoriana a grande personagem que transformou o cuidado em um campo de conhecimento singular, com métodos e técnicas específicas, diferentes das anteriormente executadas.

 

Oriunda da nobreza inglesa, Florence Nightingale (1810-1920) impulsionou a arte de cuidar para o campo das profissões, qualificando o cuidado prestado a feridos e doentes, hospitalizados ou não. Mesmo vivendo de forma aristocrática e refinada, Florence Nightingale era uma mulher de atitudes simples, que valorizava a vida humana sem distinção. Cosmopolita, era avançada para o seu tempo, abdicou do matrimonio para se dedicar ao que lhe era mais peculiar: cuidar da vida de pessoas necessitadas e enfermas.

 

Em 1853, Inglaterra, França e Turquia entraram em guerra contra a Rússia, um evento que se tornou historicamente conhecido como Guerra da Criméia, e que marcou definitivamente a vida de Florence Nightingale, bem como os rumos da enfermagem moderna. Devido às suas iniciativas e conhecedora dos episódios trágicos que levavam à morte muitos ingleses, "escreveu ao ministro da Guerra, Sidney Herbert, seu amigo pessoal, e ofereceu seus serviços", o que foi aceito de imediato.

 

Chegando à base militar de Scutari, na Turquia, juntamente com um grupo de mulheres recrutadas para atender feridos de guerra, Florence Nightingale encontrou um hospital improvisado, cujas instalações eram as piores possíveis para receber milhares de feridos que chegavam da Criméia. Prontamente, disseminou o que considerava básico para as necessidades humanas dos que se encontravam nessa base de Scutari, como alimentação, higiene pessoal e do espaço físico tornando-o arejado e salubre, reduzindo o índice de mortalidade que era de 40% para 2%.

 

Durante a noite, Florence Nightingale visitava os feridos levando uma lanterna de campanha para iluminar seus passos nos longos corredores e os próprios soldados a quem prestava cuidados necessários. O efeito da luz, além de possibilitar a atenta observação, aplacava a dor e solidão dos feridos, animando-os na luta contínua pela vida. Por essas rondas noturnas, Florence ficou conhecida como a Dama da Lâmpada. Vencida a guerra, em 1856, Florence Nightingale retornou com suas assistentes para a Inglaterra.

 

 

Assim, a lâmpada tornou-se o símbolo da Enfermagem no mundo e sua representação foi estilizada, assumindo a forma de uma lamparina grega, tipo lâmpada de Aladim. Muitas escolas de enfermagem procuram manter vivo esse ritual e em todos os momentos importantes, tais como abertura e encerramento de eventos, formaturas, colação de grau, a lâmpada é solenemente acendida no inicio do evento, no primeiro dia e apagada no último dia, no momento do encerramento, em que o presidente da mesa anuncia esse ato e abre espaço para que a lâmpada seja apagada. Outras escolas mantêm uma cerimônia chamada "passagem da lâmpada", na formatura, em que uma graduanda representando os formandos, entrega a lâmpada acesa para uma aluna ingressante, do primeiro ano, recomendando que ela ajude a manter sempre acesa aquela chama do ideal. Tais simbolismos acompanham ritualisticamente os momentos marcantes de escola de enfermagem, e eternizam a profissionalização da assistência de enfermagem como uma das mais nobres profissões da vida moderna.

 

 


publicado por INESUL às 20:03
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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011
DESCUBRA COMO SE PREVINIR DO CÂNCER DE MAMA E COLO DE ÚTERO

A Rede de Participação Política apóia o evento abaixo, tendo em vista a grande relevância do tema “ prevenção ao câncer” , que sendo bem feita, muitas mortes poderão ser evitadas! O evento é preferencialmente para o público feminino. Faça sua parte divulgando entre as mulheres que você quer bem. Sorteio de mais de 100 brindes, incluindo uma transformação pessoal no Programa Destaque com Cloara Pinheiro! Confirmação de presença pelo fone (43) 3379-5224.

 

 

 



publicado por INESUL às 13:48
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Domingo, 2 de Outubro de 2011
Doenças cardiovasculares matam 17 milhões ao ano no mundo Publicidade - Agência Brasil
infarto agudo do miocardio

Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que, a cada ano, 17,3 milhões de pessoas morrem em todo o mundo vítimas de doenças cardiovasculares, sendo que 80% desses óbitos são registrados em países de baixa e média renda. A estimativa é que, em 2030, o total de mortes possa chegar a 23,6 milhões.

 

As doenças cardiovasculares, segundo a OMS, são a principal causa de morte em todo o mundo. Em 2008, os óbitos provocados por elas representaram 30% do total registrado globalmente.

Os fatores de risco para tais enfermidades incluem pressão alta, taxas de colesterol e glicose elevadas, sobrepeso e obesidade, além de hábitos como fumo, baixa ingestão de frutas e verduras e sedentarismo.

De acordo com a organização não governamental Federação Internacional do Coração (World Heart Federation), em países em desenvolvimento, as doenças cardiovasculares têm historicamente afetado a parcela da população com maior escolaridade e boa renda.

Entretanto, a perspectiva é de mudanças desse cenário --pessoas em idade produtiva e de baixa renda também estão sendo acometidas por esse tipo de enfermidade. A agravante é que, nesse grupo, as taxas de mortalidade em razão de uma parada cardíaca, por exemplo, são mais altas.

 

http://youtu.be/sCluygXhqpQ  



publicado por INESUL às 19:05
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Metade da população não sabe o que é hepatite C, indica Datafolha - Graciliano Rocha de Salvador

Os brasileiros sabem pouco sobre hepatite C, apesar de a doença ser responsável por metade dos quadros de cirrose ou câncer que demandam transplantes de fígado.

Pesquisa Datafolha mostra que metade da população (51%) não é capaz de dizer espontaneamente o que é a doença, apesar de reconhecê-la como grave e contagiosa.

A hepatite é uma inflamação do fígado, que pode ser causada por vírus, bactérias,  abuso de álcool e de medicamentos ou ser hereditária.

Descoberto em 1989, o tipo C é transmitido pelo uso compartilhado de agulhas e seringas contaminadas e em transfusões de sangue.
Se tratada nos estágios iniciais, a doença é curável.

Para efeito de comparação, o número de pacientes com cirrose hepática em decorrência de hepatite é duas vezes maior do que o dos que desenvolveram o quadro pelo consumo de álcool.

"Como 80% dos casos não apresentam sintomas, a pessoa não faz exames. Anos depois, temos de cuidar não de uma hepatite, mas de uma lesão séria no fígado", diz o infectologista Fernando Gonçales, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).



publicado por INESUL às 18:53
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