Blog do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade INESUL
Domingo, 16 de Outubro de 2011
Derya Sert, internada em um hospital perto de Antalya, na Turquia, é a primeira mulher no mundo a receber um transplante de útero de uma doadora morta. A cirurgia pode dar esperanças a milhões de mulheres no mundo que não podem ter filhos.

DA FRANCE PRESSE (Equilibrio e saúde)

 

 

Os médicos do hospital universitário Akdeniz realizaram o transplante com êxito no dia 9 de agosto. A mulher de 21 anos nasceu sem útero, como ocorre com cerca de 5.000 mulheres no mundo todo.

 

"Se Deus quiser, em breve teremos nosso bebê nos braços", declarou.

"Nunca tive medo da operação e jamais temi as dores pelas quais teria que passar. Este útero já é um dos meus próprios órgãos. Faz tempo que esperávamos por isto", desabafou Sert, explicando que sua família a ajudou muito.

Este foi o segundo transplante de útero realizado no mundo, depois de uma primeira tentativa na Arábia Saudita, em 2000. A intervenção foi realizada com uma doadora viva, mas fracassou depois de 99 dias e os médicos tiveram que retirar o órgão transplantado.

 

"A operação transcorreu bem. Mas poderemos falar de êxito quando ela tiver seu bebê", disse o doutor Ozkan. "Por enquanto, estamos satisfeitos por constatar que o tecido está vivo" e que não houve rejeição.

Para ele, será preciso esperar pelo menos seis meses antes de confiar a paciente aos médicos que implantarão os embriões do casal.

Durante a gravidez, "há vários riscos, como a formação de anomalias congênitas por causa dos imunossupressores, e também riscos de um trabalho de parto antes da gestação chegar a termo ou de um retardo do crescimento intrauterino", afirmou a doutora Akar.

É importante reduzir as doses de medicamentos para garantir a saúde do feto durante toda a gravidez.



publicado por INESUL às 02:35
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2 comentários:
De Carla a 19 de Outubro de 2011 às 13:08
Muito interessante, adorei a matéria.

Abraços


De georgete claudia da silva brito a 29 de Novembro de 2011 às 23:35
É muito interessante,é bom que a ciencia tenha chegado a um avanço nesta area,de transplante,mas prudencia nunca é demais.Acho que as vezes é melhor adotar uma criança e dar a esta muito amor e carinho,pois temos muitas crianças abandonadas neste mundo,de Deus,as vezes a ciencia quer ser Deus e não é por ai.Cade a ciencia na hora de acabar com o sofrimento de crianças jogadas em lixoooooeeeesssss?


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